Sábado, Dezembro 30, 2006

HAPPY NEW YEAR - FELIZ ANO NOVO!!!!



Encerro o ano de 2006 com esta bela imagem! Nesta fotografia, cheia de significados, eu à interpreto como se estivéssemos deixando pra trás o ano de 2006 (os homens de costas) e partindo para um novo ano, com um novo olhar, encarando-o de frente, cabeça erguida com novas esperanças, sonhos, vontades e realizações.......

Na ilustração o branco se destaca! Ele, além de simbolizar a paz, pode representar uma página em branco significando um recomeço de uma nova vida a ser sonhada, idealizada, desenhada.

Uma antiga canção (de 1951 - letra de Davis Nascer) , que ainda hoje entoa em todas as festas de reveillon, "Adeus Ano Velho" representa em conjunto com a imagem o que desejo a todos:

Adeus Ano Velho! Feliz Ano Novo! Que tudo se realize! No ano que vai nascer! Muito dinheiro no bolso! Saúde pra dar e vender! Adeus Ano Velho! Feliz Ano Novo! ...........

P.S. Givenchy hat, Paris, 1958. Foto de Frank Horvat.

Sexta-feira, Dezembro 29, 2006

EVENTS - Exposição a céu aberto!!!!



Registrei estas telas, de grandes dimensões, numa feira em Ipanema/RJ. Esta exposição, a céu aberto, preenchem os olhos pela energia e dinamismo das pinceladas (óleo sobre tela) e representação gráfica das formas físicas (Masculina, Feminina e Infantil)...........

P.S. Uma falha!! Não sei informar o nome do autor que representou as belas telas......

Quinta-feira, Dezembro 28, 2006

FASHION ILLUSTRATION by Fabiana Ludwig
























Fabiana Ludwig é formada em Moda/Udesc e especialista em Moda:Criação e Produção/Udesc. Leciona disciplinas de desenho de moda, Corel Draw e Photoshop na Uniasselvi/Indaial. Esta ilustração foi desenvolvida utilizando a técnica do photoshop.

Quarta-feira, Dezembro 27, 2006

LOOK FASHION - Sungão





O sungão é, originalmente, um traje de banho masculino, indo da cintura até o terço superior da coxa, confeccionado geralmente com tecido de malha com elastano. O sungão foi moda nos anos 90 e início da década de 2000. Em 2004, o termo sungão era também utilizado para referir-se a shortinhos de elastano femininos usados na praia, piscina e adotados por garotas para a prática de determinados esportes aquáticos. Os modelos de calções de nadadores como o usado por Johny Weissmuller em 1939 representam um tipo de traje de banho precursor do sungão do século XX, assim como os calções ajustados e elásticos da marca americana Jantzen, usados no final da década de 1960 e início da de 1970. Atualmente é moda o uso de sungão para os homens. Existe uma infinidade de modelos com recortes estratégicos, estampas e cores. Este site tem vários modelos http://www.aussiebum.com/

Fonte: Dicionário da Moda - Marco Sabino

Terça-feira, Dezembro 26, 2006

ON THE STREET - Verão com energia positiva




Flagrada caminhando em um belo entardecer na orla da Lagoa da Conceição, Marina Batista acertou no visual! Ela usa calça capri (justa ao corpo), blusa tomara-que-caia (em alta nesta temporada), mule salto 5 cm e uma bolsa com estampa floral, bordada com paetês e miçangas! O detalhe é um mega colar com um pingente de cristal ,usado para atrair energias positivas neste próximo ano!

CONCEPT - A moda por Georg Simmel

“As classes e os indivíduos inquietos, impelidos à mudanças, reencontram na moda a forma de mudança e contraste da vida, a velocidade de seus próprios movimentos psíquicos”. ( Georg Simmel -“A Filosofia do Dinheiro”)

Domingo, Dezembro 24, 2006

MERY CHRISTMAS!!!!!!

Sábado, Dezembro 23, 2006

EVENTS II - Parada Dos Sonhos


























Aconteceu hoje, as 21:00 hs, na Beira-mar Norte a "Parada dos Sonhos". Um mundo mágico de fantasia passou pela avenida tendo como abertura e encerramento uma chuva de fogos de artífícios multicoloridos. Uma mega estrutura foi montada para mostrar os 4 carros alegóricos divulgando os símbolos mais conhecidos do natal: os anjos, o presépio, o Papai Noel e o pinheiro. Entremeando esses veículos várias alas de bonecos, Papai Noel, fadas, duendes, brinquedos desfilaram. Um show para os olhos e para a alma!

Floripa - Santa Catarina - Brasil

EVENTS I - Parada Dos Sonhos



















Aconteceu hoje, as 21:00 hs, na Beira-mar Norte a "Parada dos Sonhos". Um mundo mágico de fantasia passou pela avenida tendo como abertura e encerramento uma chuva de fogos de artífícios multicoloridos. Uma mega estrutura foi montada para mostrar 4 carros alegóricos divulgando os símbolos mais conhecidos do natal: os anjos, o presépio, o Papai Noel e o pinheiro. Entremeando esses veículos várias alas de bonecos, Papai Noel, fadas, duendes e brinquedos desfilaram. Um show para os olhos e para a alma!

Floripa - Santa Catarina - Brasil

ON-THE-STREET - Show na rua!



Em pleno sol da manhã de sábado (23/12), estava passando pelo calçadão da Felipe Schimidt, vejo esta imagem. Uma anônima fazendo seu show! Enquanto cantarolava (com uma bela voz) canções natalinas uma multidão se espremia para vê-la e admirá-la.

Floripa/SC.

Sexta-feira, Dezembro 22, 2006

FASHION ILLUSTRATION by Arian Grasmuk
























Arian Grasmuk é artista plástico de formação, coordeenador do curso Técnico de Moda do Senai/Blumenau, professor de desenho do curso de Moda da Furb/Blumenau e também mestre em Educação e Cultura pela Furb. Desenvolveu estas 3 pinturas, focando a figuram humana para a linguagem de moda, utilizando a técnica óleo sobre tela.

Quinta-feira, Dezembro 21, 2006

ARTICLE - História do Batom



Através da história, vemos que o uso de pigmentos para colorir os lábios, que hoje, conhecemos como batom data antes de Cleópatra que ficou conhecida por ressaltar sua beleza com misturas para colorir seus olhos, boca e corpo. Esse costume têm suas raízes no Egito com Nefertite, onde um busto seu exposto no Museu de Berlim, prova que bocas femininas já eram pintadas.

No egito antigo, dos Faraós, as mulheres usavam “púrpura de Tyr”, enquanto as gregas aplicavam uma raiz vermelha chamada “polderos” com cerato de mel para dar um aspecto mais saudável e úmido aos lábios. Na cidade de Babilônia, onde nascia a lucrativa indústria da beleza, as mulheres mais avançadas pintavam o rosto de vermelho e branco.

No século XIII, um monge de Piza descobriu o carmim de Cochinella, pigmento vermelho insolúvel em água. Rhocopis, um perfumista francês, foi o responsável pela revolução que definitivamente trouxe o batom para a vida das mulheres no século XX. Mas devido ao preconceito contra as atrizes, as donas de casa somente sucumbiram ao encanto do batom durante a Primeira Guerra Mundial.

Em 1921, Paris é palco de uma verdadeira revolução na história do batom; é a primeira vez que um produto desta categoria é embalado num tubo e vendido em cartucho. O sucesso é tal que em 1930 os estojos de batom dominam o mercado americano, trazendo uma nova fase para o desenvolvimento destas formulações.

As atrizes de cinema imortalizaram estilos de maquiagem. Marilyn Monroe marcou época com seu batom vermelho, ressaltando a sua sensualidade e feminilidade.

Hoje em dia descobrimos que precisamos cuidar dos nossos lábios não somente para a beleza mas também pela nossa saúde. Daí a existência de batons com protetor solar, batons com hidratantes, batons para o frio e muito mais.

Fonte: http://perfumes.polimaia.com.br/batons.html

Créditos:
Fotógrafo: Francisco Ponciano
Produção: Francisco Ponciano
Modelo : Kellyn Batistela

Terça-feira, Dezembro 19, 2006

EXPOSITION - Azulejo Sob Uma Nova Ótica







AZULEJO SOB UMA NOVA ÓTICA


Os primeiros vestígios de azulejos se encontram no Egito, datado há cerca de cinco mil anos a.c., pelas primeiras dinastias dos menfitas. Seu legado passou pelos Assírios, Persas, Árabes, Espanhóis e se difundiu mundo afora. Portugal deu importante contribuição ao desenvolvimento do azulejo, nas cores, desenhos e tecnologia. Com a conquista de novas terras, Portugal expandiu o azulejo para além do oceano, trazendo-o para o Brasil ao fim do século XV, propagando-se até os dias de hoje.

O azulejo, peça importante da arquitetura, atualmente tão presente e difundido em vários ambientes: cozinhas, banheiros, áreas, externas e fachadas, resolveu ir para a sala, não na sua principal função de proteger, isolar, facilitar a manutenção e decorar paredes, mas sim, como única e exclusiva peça de adorno.

É nessa esfera, em que o azulejo é destituído de sua original função, que a sua obra foi desenvolvida. O artista plástico Francisco Ponciano se inspirou na beleza do azulejo para transporta-lo a uma outra atmosfera que não a que se destina, e sim pelo fascínio que exercem através de sua história, cores e desenhos. O ponto de partida para a execução da composição foi uma coleção particular de azulejos em motivos florais das décadas de 60, 70, 80 e 90, composto, juntamente, com outros elementos, tais como: alumínio, madeira, placas de borracha e tela.

A proposta central de seu trabalho é mostrar um novo conceito de arte decorativa do azulejo, transmitidas através de sua tradição, cor, desenho, beleza e sentimentos que eles carregam ao longo de sua trajetória.

Francisco Ponciano além de artista plástico é professor de desenho em cursos superiores de Design de Moda: Unisul/Fpolis, Furb/Blumenau e Asselvi/Indaial.

PS. O artista acima referido já realiizou algumas exposições individuais e coletivas percorrendo várias cidades de Santa Catarina.

Segunda-feira, Dezembro 18, 2006

READING - História Sexual da MPB



Pesquisador, produtor e crítico musical Rodrigo Faour acaba de lançar, pela Editora Record, “História sexual da MPB - A evolução do amor e do sexo na canção brasileira”.

Em sete capítulos - com mais de 590 páginas e muitas ilustrações - , o livro destaca o amor na MPB. Trata do amor mal-resolvido que permeou a maior parte das letras românticas de nossa música até os anos 60, a evolução da mulher, a sensualidade e o erotismo, o duplo sentido e a sacanagem, as canções de apelo gay e as transgressões em temas de amor e sexo.

Também aborda um capítulo em que compara o escândalo provocado pela dança do maxixe na virada do século XIX para o XX, com o funk carioca, entre os anos 90 e o momento atual - mostrando que a hipocrisia continua presente em assuntos de sexualidade, apesar de toda a revolução sexual dos últimos 40 anos.

PS: Este livro foi presente de minha amiga Liliane Carvalho!

FASHION ILLUSTRATION by Rogério Gliotti




Pesquisando no orkut achei este profissional, Rogéiro Gliotti de Volta Redonda/Rj. Ele é estilista e desenvolve croquis para coleções voltadas ao atendimento personalizado, exclusivo e sob-medida. Mais informações, e-mail: rgliotti@hotmail.com

Sábado, Dezembro 16, 2006

TRAVEL - Rio de Janeiro e a Confeitaria Colombo





A Confeitaria Colombo, memória viva da belle époque e do Rio Antigo, foi fundada em 1894 pelos portugueses Joaquim Borges de Meirelles e Manoel José Lebrão, este último criador da célebre frase “O CLIENTE TEM SEMPRE RAZÃO”.
Tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Rio de janeiro, a Casa ultrapassou a barreira do centenário, continuando sua trajetória de tradição, boa comida e bons serviços, funcionado como um dos pontos culturais e turísticos mais famosos da Cidade Maravilhosa.

Notabilizou-se como ponto de encontro, trabalho e boemia de políticos, jornalistas, poetas, literatos e artistas. Serviu banquetes a visitantes ilustres, como o rei Alberto da Bélgica, em 1920, e a rainha Elizabeth da Inglaterra em 1968. Foi palco de muitas rodas, sendo a mais famosa a dos intelectuais, da qual fazia parte Olavo Bilac. Quase todos os presidentes marcaram presença na roda dos políticos, entre eles Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Políticos como Carlos Lacerda e Negrão de Lima freqüentaram a Colombo. Os cartolas de futebol também eram clientes. O Clube Vasco da Gama teve mesa cativa por muitos anos e a do Flamengo permanece há mais de meio século.

Havia outras rodas, como a das senhoras e suas famílias, no chá das cinco, e das cocottes com seus coronéis à noite, criando um ambiente alegre e divertido. Aqui desfilavam roupas e cores, modismos e as novas tecnologias como elevador, energia por geração e fogão a gás.

A partir da década de 30 esteve presente nos famosos bailes de carnaval do Teatro Municipal e a marchinha “Sassaricando”, de 1952, imortalizou a figura do “velho na porta da Colombo”. No ano de seu centenário, 1994, foi tema de samba-enredo da Escola Império da Tijuca, do então carnavalesco, Miguel Falabella, com a múscia “No Sassarico da Colombo”.
Por toda sua história e valor cultural é um patrimônio que carrega engendrados em suas paredes toda a evolução de uma sociedade tanto do Rio de Janeiro quanto do Brasil.
PS. As fotos correspondem respectivamente:
- As duas primeiras fotos ostentam a decorção art nouveau de 1913, o teto vitral, seus amplos salões com espelhos belgas, molduras e vitrines em jacarandá, bancadas de mármore italiano e belíssimo mobiliário que compõem um ambiente de sofisticada beleza;
- estou a espera da minha sobremesa "profiteroles";
- a própria, divulgada na novela Cobras & Lagartos pelo personagem foguinho.
fonte: parte do texto distribuido pela Confeitaria Colombo.

Quarta-feira, Dezembro 13, 2006

TRAVEL - Roteiro de viagem ao Rio de Janeiro



O Rio de Janeiro é a segunda maior cidade do Brasil e capital do estado de mesmo nome, situado no sudeste do Brasil. A cidade é famosa por suas praias turísticas, como Copacabana e Ipanema, pela estátua do Cristo Redentor no morro do Corcovado, e por seu Carnaval.
Além de suas belezas naturais, que encantam milhões de turistas que a visitam todo o ano, a cidade, que foi sede do governo durante o período colonial e capital do Brasil (de 1822 a 1960), abriga um importante acervo arquitetônico e histórico.

A cidade tem o epíteto de Cidade Maravilhosa e aquele que nela nasce é chamado de "carioca".
O Rio foi alcunhado de Cidade Maravilhosa por Coelho Neto, em 1908, nas páginas do jornal "A Notícia". O apelido se manteve e é reconhecido internacionalmente. Isso é devido a sua paisagem natural e ao espírito de seu povo, marcadamente cosmopolita.
Mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(cidade)

Meu roteiro de viagem:

06/12 – noite passeio pela orla de copacabana.

07/12 – visita ao centro/histórico do Rio de janeiro (zona norte) e a Lagoa Rodrigo de Freitas (zona sul):

@ Conhecer a central do Brasil;
@ Examinar 0 Saara, bairro pobre divulgado na novela Cobras & Lagartos;
@ Apreciar antiguidades na famosa Rua do Lavradio ;
@ Ver os arcos da Lapa;
@ Sentir o bairro da Cinelândia;
@ Análisar a Exposição “Aleijadinho e seu tempo – Fé, engenho e arte” no Centro Cultural do Banco do Brasil;
@ Observar 0 Museu e Patrimônio Histórico e Cultural da Marinha;
@ Esquadrinhar o Paço Imperial, local onde a família Real se estabeleceu ao chegar no Brasil;
@ Investigar o Museu da Cidade;
@ Admirar a Igreja da Candelária;
@ Degustar uma sobremesa na Confeitaria Colombro;
@ A noite, ida ao teatro Maison de France, assitir Marília Pêra em Mademoiselle Chanel;
@ Logo após, conhecer a Lagoa Rodrigo de Freitas onde encontra-se a maior árvore de natal do mundo, segundo o Guiness Book;

08/12 – visita a vários pontos turísticos da zona Sul:

@ Passeio oa Bairro da Urca conhecer o pão de açúcar (bondinho) http://www.bondinho.com.br/;
@ Caminhada por toda a extensão da praia de Copacabana e visitei o Copacabana Palace;
@ Admirar a Praça Garota de Ipanema;
@ Conhecer o Arpoador, local famoso pela pedra que invade o mar. Localiza-se entre o Forte de Copacabana e a Rua Francisco Otaviano com a Avenida Vieira Souto;
@ Almoço no restaurante do Espaço Lundgren (av. Vieira Souto, 234, Ipanema);
@ Passeio pela orla de Ipanema conhecer uma das avenidas com o m2 mais caros do Rio, Av. Vieira Souto;
@ Apreciar a estação Casa de Cultura, Laura Alvim http://www.estacaovirtual.com.br/;
@ Percorrer a Rua Farme de Amoedo;
@ Visita à universidade Cândido Mendes conhecer o curso tecnólogo em Moda, mais acesse: www: modaipanema@candidomendes.edu.br
@ Retorno à Lagoa Rodrigo de Freitas, agora olhar a árvore durante o dia;
@ Giro ao recém inaugurado Shoping Leblon;
@ Noite no The Copa;

09/12 –

@ Visita à um amigo no Bairro do Botafogo;
@ Caminhada pela praia de Ipanema e pit stop no bar Cafeína;
@ Passeio pelo comércio do Rio de janeiro;
@ Assitir ao filme “Volver” de Almodóvar;

10/12 –

@ Ida ao corcovado (trem) admirar o Cristo Redentor;
@ Olhar o Largo do Boticário, construção do século XIX tombado pelo patrimônio histórico;
@ Sentir o Jardim Botânico;
@ Apreciar a Feira de Ipanema;
@ Última caminhada........

Retorno a Florianópolis “ilha da magia”.

TRAVELING - Rio de Janeiro o berço da moda no Brasil















O berço da moda no Brasil foi, indiscutivelmente, o Rio de Janeiro. Não de uma moda genuinamente nacional – que vai começar a acontecer por volta de 1950 a 60 – mas onde importavam-se uma moda puramente européia e a disseminavam pelo Brasil. Por ser a capital brasileira e estadia da família real era no Rio de Janeiro que as coisas aconteciam.

Nesta primeira fase a moda no Brasil se faz por meio de livreiros franceses que importavam revistas de moda, ilustradas com litogravuras, trazendo instruções sobre cortes e medidas. Chegando, a partir de 1874, a haver uma edição brasileira da La Saison, chamada A Estação. (Edgard Luiz de Barros, 1993, p.21).

Com a vinda da família real para o Brasil, a Rua do Ouvidor se transformou numa espécie de “centro mercantil” e cultural da cidade. Com a “abertura dos portos às nações amigas”, ingleses e franceses, mais do que outros estrangeiros, estabeleceram-se na Ouvidor, como atacadistas ou importadores, especializando-se em cambraias, sedas, chapelaria, barretes para os eclesiásticos, perfumes, objetos de fantasia e de moda para as senhoras, jóias, alfaias de luxo e livros. Além dos comerciantes, a Rua do Ouvidor passou a abrigar modistas (“maisons” ou, numa linguagem atualizada, “grifes” famosas da época), cabeleireiros, doceiros, sorveteiros, exibindo seus produtos em armações de jacarandá, que seriam as precursoras tanto das vitrines modernas quanto das práticas “banquinhas” dos camelôs – que ainda continuam presentes no cenário do centro do Rio, até hoje, e da própria Ouvidor... http://www.casaeuclidiana.org.br/texto/ler.asp?Id=685&Secao=120

Da França vinham os figurinos, o que fazer, o que vestir. E era do francês que se extraíam as palavras usadas para designar as peças do vestuário brasileiro. O nosso clima não combinava com a elegância importada. Os senhores vestiam casimiras quentíssimas, com colarinhos altos, em camisas cortadas na Casa Coulon ou compradas feitas na Casa Doll. As senhoras vestiam saias compridas, amplas, cheias de subsaias, sungadas à mão; mostram cinturinhas de marimbondo, os traseiros em tufos, ressaltados por coletes de barbatanas de ferro, que descem quase um palmo abaixo do umbigo. ( Silvana Gontijo - 80 anos de moda no Brasil).

Terça-feira, Dezembro 12, 2006

FASHION ILLUSTRATION by Cristiane Medina
























Cristiane Medina - aluna do 3o semestre do curso superior Tecnólogo em Moda Unisul/Floripa - desenvolveu esta ilustração aplicando a técnica de aquarela e colagem.

Sábado, Dezembro 09, 2006

PROFILE: Marco Sabino






Ele pode nõa ter exercido a Medicina que cursou na UFRJ, nos anos 70, mas todas as qualidades de um médico Marco Sabino aplicou em sua trajetória pelo mundo da moda: atenção, sensibilidade, pesquisa, conhecimento de causa e técnica. Sua especialidade? A bijuteria e os acessórios de moda. Marco Sabino foi uma das primeiras pessoas no Brasil que se dedicou a fazer da bijuteria uma obra de arte com materiais até então inusitados. Com um olhar apurado e culto, ele misturou metais, contas, pedras, madeiras, para fazer peças que enfeitava mulheres e roupas. Inovador e ousado, Marco sempre acreditou em seu talento e, desde as primeiras intervenções, impôs seu estilo cheio de personalidade, criando bijuterias importantes e carregadas de informação e originalidade. De longe se reconhece uma peça assinada por ele. Hoje essa assinatura vai além do enfeite, do adorno, para entrar na alma e na veia da moda.

Fonte: Gloria Kalil escreveu este texto na contra capa do livro (escrito por Marco Sabino) Dicinário da Moda.

Terça-feira, Dezembro 05, 2006

READING - Moda: desde el siglo XVIII al siglo XX



Acabei de ganhar este livro (editora Taschen) de uma amiga da academida de ginástica (Century). Ele contém muitas imagens de roupas de moda que marcaram época do século XVIII ao século XX.

mais: www.taschen.com

CONCEPT - Elementos de semiologia por Roland Barthes

“ (....) de um lado, a língua da moda não emana da “massa falante”, mas de um grupo de decisão, que elabora voluntariamente o código, e, de outro lado, a abstração inerente a qualquer língua está aqui materializada sob a forma da língua escrita: o vestuário de moda (escrito) é Língua no nível da comunicação indumentária e fala no nível da comunicação verbal.” (“Elementos de Semiologia”, Roland Barthes).

ON THE STREET - Mini-saia

Ícone da década de 60 a mini-saia nunca sai de moda. Emmeline Schwabe está usando uma mega, ultra, super, hype micro saia. Este modelo da marca "Boby Blues" tem uma barra virada para cima - fixada no bolso da parte de trás da peça. A mini saia valoriza quem tem pernas delgadas, como demonstra a modelo da foto. Para as meninas de coxa grossa cuidado, ela pode deixa o visual carregado e vulgar.

Indaial/SC.

Segunda-feira, Dezembro 04, 2006

COMMENTS! COMENTE!



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FASHION ILLUSTRATION by Cláudia Miranda



A aluna do curso superior Tecnólogo em Moda - Unisul/Fpolis - Cláudia Miranda desenvolveu uma roupa inspirada na obra "O Grito" de Edvard Munch - pintor norueguês que se especializou em pintar as emoções. A técnica utilizada foi aquarela.

FASHION ILLUSTRATION - Rosto Masculino

Sábado, Dezembro 02, 2006

ON THE STREET - Estilo Moicano



Fredd Wonka num estilo moicano totalmente Hype! repaginado!

Acredita-se que o cabelo moicano era usado por algumas tribos indígenas da América do Norte que, em tempos de guerra, arrancavam o cabelo, deixando somente uma faixa no meio, que podia ser tingida. Outra versão sobre o nascimento do corte é a de que os Celtas usavam o cabelo em pé para imitar a coluna vertebral e dar uma idéia de agressividade.

O movimento punk, que começou no fim dos anos 70, é responsável por trazer esse penteado às ruas, sempre relacionado a uma atitude transgressora e um tanto rebelde. Depois de uma breve sumida, ele está de volta, mas repaginado.

Originalmente o estilo moicano é o cabelo em pé, espetado, com os lados raspados. Pode ter algumas alterações, como: o “faux hawk” que e é uma versão comedida deste estilo, onde a faixa de cabelo do topo aparece mais larga e baixa, e não é raspado dos lados; “tri hawk”, um espetado no topo e um em cada lado da cabeça; o bi hawk, só dos lados. Existem várias releituras onde a quantidade de cabelo também varia e muitas vezes é pintado em cores vibrantes como verde e vermelho ou até bicolor.

As muitas variações confirmam que o moicano de hoje é bem diferente do moicano dos anos 80. Com ar menos rebelde, não é mais associado às idéias de agressividade e individualismo do movimento punk, embora algumas pessoas escolham o penteado para se destacar da multidão.

Se você tem estilo e atitude, essenciais para segurar o look, faça o seu!!!!