Sexta-feira, Novembro 28, 2008

46 LIVROS DE MODA QUE VC NÃO PODE DEIXAR DE LER

46 autores. 46 livros. 46 paixões. A Memória Visual convidou 46 profissionais do mundo da moda para que escrevessem um depoimento sobre o livro de moda que traçou a sua carreira, mudou seu rumo, abalou seus alicerces.

Livros de moda que foram esquecidos pelo tempo. Livros novos recém-publicados, livros em outras línguas. 46 LIVROS DE MODA QUE VOCê NãO PODE DEIXAR DE LER nasceu para ser uma obra de referência para todos aqueles interessados em moda.

Quer ser um ponto de partida para os estudantes, uma dica especial dos professores, um guia para os profissionais e colecionadores de livros sobre o tema.


DADOS DO PRODUTO

TÍTULO: 46 LIVROS DE MODA QUE VOCE NAO PODE DEIXAR DE LER
IDIOMA: Português.
168 págs.
ANO DA OBRA/EDIÇÃO: 2007

ORGANIZADOR: Camila Perlingeiro

AUTOR: Lu Catoira Eleni Kronka Marcia Couto Mello Cristiane Mesquita Laura Artigas Forti Carol Garcia Fernanda Resende Ana Paula de Miranda Doroteia Baduy Pires Biti Averbach Camila Perlingeiro Astrid Façanha Gilda Chataignier Germana Fontenelle Evelyn Bonorino Andre Ricardo Robic Flavia Padilha Kathia Castilho Amanda França Lula Rodrigues Cristina Seixas Doris Treptow Juliana Pinheiro Mota Crib Tanaka

Fonte: travessa.com

ITAÚ CULTURAL

O Itaú Cultural é um site que disponibiliza gratuitamente na internet bases de dados sobre diferentes expressões artísticas. Estas enciclopédias são constantemente revisadas, atualizadas e aprimoradas e apresentam informações sobre conceitos, obras e artistas.

A Enciclopédia de Artes Visuais, lançada em 2001, conta com mais de 3 mil verbetes, que incluem biografias e depoimentos de artistas, imagens de obras, dados sobre instituições e análises sobre eventos, movimentos e grupos.

A Enciclopédia de Teatro, por sua vez, aborda espetáculos, companhias e personalidades do teatro do Rio de Janeiro e de São Paulo, desde 1938.

Vídeos com depoimentos de escritores e leituras de obras estão entre os materiais disponíveis na recém-lançada Enciclopédia de Literatura Brasileira, que oferece ainda biografias de autores e de críticos, ensaios e trechos de obras.

E muito mais informações de altíssima qualidade,
acessem: Itau Cultural

Ilustração: casa da liberdade

Quarta-feira, Novembro 26, 2008

ILUSTRAÇÕES DE MODELOS PARA GESTANTE



Este segmento não é muito explorado. Estas e mais imagens estão disponibilizadas nos sites: Lauren Bishop e Picchu Maternity

EVENTO DA UNISUL FOI TRANSFERIDO PARA OS DIAS 02 E 03 DE DEZEMBRO

Domingo, Novembro 23, 2008

EVENTO DE MODA UNISUL NO BEIRAMAR SHOPPING

GENE KELLY - CANTANDO NA CHUVA



Colacar este clássico do cinema "I'm singing in the rain" para afugentar a chuva!

Quarta-feira, Novembro 19, 2008

ANDERSON THIVES - ARTISTA PLÁSTICO POP CONTEMPORÂNEAO





Anderson Thives, é paranaense, radicado no Rio de Janeiro. Formado em artes plásticas e visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná. Desenvolve um trabalho nas artes plásticas, no qual utiliza a técnica da colagem.
Pode-se dizer, que seu trabalho é POP-CONTEMPORÂNEO. Com uma grande referência na Pop Art o artista inspira-se em artistas consagrados como Andy Warhol, Tom Welsseman e Richard Hamilton, mas sendo original e usando uma técnica pouco difundida de colagem, na qual cria imagens, através de milhares de quadrados de papel.
O artista trilha seu caminho expondo em diversos espaços culturais, e inclusive levando suas obras, para fora do Brasil, como Angola, Buenos Aires, Alemanha, Nova York e França.

Acima passo-a-passo de um de seus trabalhos. Em cada obra, que mede aproximadamentes 0,80X1,00, são utilizados cerca de cinco mil quadradinhos de papel, nas mais variadas cores, tons e tamanhos (que variam entre 0,01X0,01 até 0,05X0,05cm), retirados de propagandas de revistas e catálogos.
Mais informações sobre a técnica acesse: como é feito

Terça-feira, Novembro 18, 2008

VERSACE FASHION ILLUSTRATION
















Ao trabalhar o desenho treine para desenvolver seu próprio estilo. Analise o desenho como um projeto, um planejamento.
Estas imagens foram copiadas do site da grife Versace, que mostra na sessão Atelier a concepção inicial, através do desenho e posteriormente o produto, a roupa criada.
Acesse:

Sexta-feira, Novembro 14, 2008

SEMANA DE MODA FURB - DE 17 A 21 DE NOVEMBRO


Quinta-feira, Novembro 13, 2008

COLEÇÃO DE BOLSAS MARIA CATARINA

A coleção de Bolsas da marca Maria Catarina da designer (e ex aluna do curso de moda da Unisul) Simone Elias está linda. E agora também disponível para vendas pela internet e com preços acessíveis que variam de R$ 55,oo a R$130,oo. Vale a pena conferir!!

endereço eletrônico: http://Maria Catarina Coleção 2008/09

EXPOSIÇÃO DE NESTOR JR. NA FUNDAÇÃO CULTURAL DE BLUMENAU




Nestor Jr. é ilustrador e além de desenvolver painéis também mostra sua arte em outros meios como revistas, camisetas, sapatos, etc.
CONTATO:

GILLES LIPOVETSKY - O IMPÉRIO DO EFÊMERO


A uninimidade crítica provocada pelo império da moda é tudo salvo acidental, enraíza-se no mais profundo do processo de pensamento que inaugura a própria reflexão filosófica. Desde Platão, sabe-se que os jogos de sombras e de luzes na caverna da existência barram a marcha do verdadeiro, a sedução e o efêmero escravizam o espírito, são os próprios signos do cativeiro dos homens.


A razão, o progresso em direção à verdade não podem advir senão na e por uma perseguição implacável das aparências, do devir, do encanto das imagnes. Ponto de salvação intelectual no universo do proteiforme e da superfície, é esse paradigma que ordena ainda hoje os ataques contra o reion da moda: o lazer fácil, a fugacidade das imagens, a sedução distrativa da mídia só podem sujeitar a razão, enviscar e desestruturar o espírito.


O consumo é superficial, portanto põe fim à razão; as indústrias culturais são estereotipadas, portanto a televisão embota os indivíduos e fabrica moluscos descerebrados.


O feeling e o zapping (ficar mudando de canal de tevê rapidamente, com controle remoto) esvaziam as cabeças; o mal, de qualquer modo, é o superficial, sem que se chegue a desconfiar nem por um segundo que efeitos individuais e sociais contrários às aparências possam ser a verdade histórica da era da sedução generalizada....


Fonte: Trecho do livro de Gilles Liovetsky: O Império do Efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas. pág. 16.

Quarta-feira, Novembro 12, 2008

MODA AUTORAL - EXERCÍCIO DE CRIATIVIDADE

Este look conceitual intitulado "A gata de cores" foi desenvolvida pela aluna do curso de moda da Unisul Anelize de Cézare. A sua fonte de inspiração foi a obra " The Blue Cat" do artista plástico Romero de Brito, pernambucano que atualmente reside nos EUA e tem como característica desenvolver pinturas à óleo sobre tela com traços quase infantis, com formas geométricas ou figuras de sua referência, sempre com cores vivas.

Para desenvolver este look Anelize analisou as formas geométricas, as estampas como poás e listras, as cores vibrantes e o estilo bem jovial.

Terça-feira, Novembro 11, 2008

VERÃO 2009: CHINA FASHION WEEK


Mais acessem: estilo.uol

II FÓRUM SENAC DE MODELAGEM




Para mais informações acessem: sp.senac

SAROUEL, ESTRELA URBANA!


O gancho desce e a silhueta desaparece. As modernas calças sarouel e dhotti são calças tradicionais usadas por povos étnicos da Índia, Oriente Médio e África.
Foram adotadas no século 19 como parte do uniforme do regimento Zouave (Argélia) pelo seu conforto, uma vez que têm a entreperna até aos joelhos, o que facilita os movimentos e as torna mais frescas. Essas modelagens, com cavalo ou ganchos bem baixos, podem parecer estranhas logo de cara.

Porém, a finalidade da tendência não é deixar o corpo bem feito, mas marcar presença com ar levemente displicente. São calças muito versáteis para o dia e noite e exigem complementos certos para não prejudicar a silhueta.

O importante é lembrar que, se a peça é larga embaixo, como a sarouel, a parte de cima deve vestir justinha ou próxima ao corpo e bem sequinha. Também vai bem com uma bata ou uma blusa mais soltinha, desde que a composição fique equilibrada.
Créditos das fotos:
Fonte: Jornal DC Catarinense. Suplemento de Domingo Donna DC. 26 de outubro de 2008, pág. 17.

Quinta-feira, Novembro 06, 2008

LOOK AUTORAL BY ELIZABETH LEBARBENCHON MOURA THOMASELLI


Inspirada na obra de Mondrian e tendo como ponto de partida as formas, cores, texturas e estilo a aluna do curso de moda Unisul desenvolveu este look conceitual.

DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÃO - OSKLEN


Oskar Metsavath é dono da Osklen uma das marcas nacionais de maior sucesso internacional, com 41 lojas no Brasil e nove fora do país.

Médico por formação e estilista por opção, sereno – com um quê de contemporaneidade - , Oskar é um homem do mundo. Gaúcho, vive hoje no Rio de Janeiro, mas tem antepassados da Estônia.
E viaja muito. Refere-se a Paris, Tóquio e Nova York com a mesma naturalidade de quem fala da praia de Ipanema.

Ele faz o estilo largadão, tanto na hora de se vestir quanto em suas coleções, mas controla com rigor todos os detalhes da marca.

Abaixo veja entrevista concedida ao Diário Catarinense suplemento de Domingo Donna Dc (26 de outubro de 2008, pág. 4):

Qual o seu papel na criação da coleção da Osklen?
Eu sou o estilista. O estilista compõe o estilo de uma coleção, com os seus elementos: cores, formas, comportamento, atitudes, cheiros, luzes, imagens. Isso é estilo. As pessoas acham que estilista é quem desenha roupa. Você pode fazer um estilo de uma mesa, estilo de um prédio, de um carro, de várias coisas. Então, eu sou o estilista da Osklen e o diretor de criação. Ou seja, eu interpreto o meu próprio estilo, os meus próprios conceitos e trago a inspiração. As coleções são sempre temáticas, eu sempre trago algo do que eu experimentei ou desejei.

Quem desenha as coleções:
Eu sento junto com a minha irmã, que é artista plástica e minha referência feminina, e com a minha assistente de design, a Juliana Suassuna. O meu desenho é muito ruim. Eu me expresso e a Juliana, que é formada em moda, desenha. Nós três discutimos a tendência que estou percebendo, que estou desejando, que estou querendo. Passo o conceito da coleção e trago recortes de revistas com trabalhos de outros designers, de formas que me agradaram, referências de viagens, desenhos que eu faço, filmes que eu assisti. A partir dessa primeira reunião, eu ouço os inputs delas. Eu vejo o que elas estão querendo, o que elas acham também. A gente trabalha sob o seguinte aspecto: não é o que a gente está vendo ou que está acontecendo, e sim o que a gente está desejando usar.

Como é seu processo criativo?
Eu sou muito imagético, eu conto uma história, eu conto o meu filmezinho. Quando eu começo uma coleção eu já tenho um clima, eu tenho uma cena, meus personagens, o meu local. Eu conto essa história para a minha equipe e a gente tem que fazer o figurino desse meu filme. Durante o processo, essa história e essa imagem que eu tenho em mente vai começando a ficar concreta. Todo mundo da minha equipe tem como agregar, e eles voltam das suas pesquisas trazendo coisas que acrescentam na coleção. Se vai saindo da linha de estilo, eu vou moldando e mostrando caminho até que fique no estilo da Osklen. Eu participo de todas as etapas.
Dentre os nomes que desfilam na São Paulo Fashion Week, você é um dos poucos que não segue as tendências dos desfiles internacionais.

Com que importância você encara a tendência no seu processo criativo?
Quando eu fecho um conceito e minha equipe compra ele, a gente vai com ele até o final. Se a cor que se encaixa melhor nesse conceito é a cor da tendência, aquela que todo mundo vai usar, a gente usa do mesmo jeito. Não é que eu não vejo e não sigo tendências. Mas se eu vejo uma coisa que você está usando e me agrada, ela entra na coleção. Mas só porque é tendência, ela não entra.

Como você trabalha a sensualidade nas coleções?
Uma coisa que é bem meu estilo: as costas. Eu trabalho ela bastante. Para mim é muito mais sensual em uma mulher a região do ombro, o pescoço e o dorso, do que o colo. Eu não trabalho muito o decote nessa região. Eu acho muito american sexy. Não é o que me seduz em uma mulher. Eu gosto muito mais de uma mulher que está com uma roupa com um corte mais atlético. As costas dos meus vestidos, por exemplo, são muito parecidas com um maiô de natação. Outro corte sensual que eu tento fazer em meus vestidos é a abertura lateral. Na região do abdômen dos seios. Na coleção comercial, eu fecho um pouco mais. Mas é uma coisa que está evoluindo no meu trabalho, para não perder essa minha linha de estilo. Mas é claro que eu faço decotes, mas de uma forma que esconda um pouco mais o peito. Eu acho um horror ficar conversando com uma mulher e o olho ficar em cima do decote. Eu gosto de ser seduzido e não chamado atenção.

E as críticas?
Eu aceito crítica de tudo: se está bonito ou feio. Mas eu não aceito crítica de duas coisas. Primeiro, a Osklen é supercoerente, na loja, na campanha, no desfile, no detalhe da peça. E segundo, a originalidade. Nós somos originais. Não que eu não tire referências de estilo e design do que me agrada, isso todo mundo faz. Tirar referência, todo mundo tira. Isso não significa copiar.

Você veio da medicina e passou para o design de roupas. Como é possível não ter qualquer formação na área de moda e criar uma das marcas mais originais do país?
O médico é um grande observador. E para mim moda é expressão de comportamento. O que eu acho que sei é linguagem de moda, que é a observação do comportamento humano. Para ser criador, você tem que ter sensibilidade de captar os seus próprios momentos e o que roda em torno de você, além de transformar isso em símbolos, formas e cores. Esse é o trabalho do estilista: captar isso. A falta de formação acadêmica só me atrapalha na hora de desenhar. Acho que se eu tivesse formação, ficaria muito mais preso ao processo de design de roupas.

Crédito da imagem: ipcdigital
Fonte do texto: Jornal DC Catarinense suplemento de domingo Donna DC, SC 26 de outubro de 2008. pág. 4.

PERFIL DE OSKAR METSAVAHT

Oskar Metsavaht é diretor de criação e estilo da Osklen que hoje considerada uma das marcas brasileiras de maior reciprocidade no mercado internacional. A Osklen possui lojas no Brasil, Portugal, New York, Milão, Tóquio, Roma e Genebra, além dos showrooms na Itália, França, Espanha, Grécia, Portugal e exporta para Bélgica, Chile e Oriente Médio.

Oskar Metsavaht é membro da Associação Brasileira de Estilistas (ABEST), da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e conselheiro da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit).

É fundador e presidente do Instituto e, organização não-governamental focada em promover os princípios do desenvolvimento humano sustentável. Além disso, é médico especializado em Medicina Esportiva e Reabilitação, e Cônsul Honorário da República da Estônia no Rio de Janeiro.

Fonte: abest

MACBOOK AIR DE LUXO


Como se não bastasse o preço quase obsceno de um MacBook Air normal, a Computer Choppers fabricou uma nova versão do ultra-portátil da Apple.
Com um logótipo todo feito de safira, este MacBook Air apresenta um corpo banhado a ouro de 24 quilates.
Nem quero imaginar o preço deste aparelho pois ao que parece este pequeno luxo apenas é feito por encomenda…

Terça-feira, Novembro 04, 2008

FIGURA MASCULINA

Estudos da representação da figura masculina para a linguagem de moda desenvolvidos pelas alunas da 2ª fase do curso de Desing de moda da Estácio de Sá - Floripa/SC. Desenhos de (esquerda para a direita): Scheila Lehmkuhl, Juliana Zimmernann e Amanda Andrade Lentez.

Segunda-feira, Novembro 03, 2008

EXPOSIÇÃO PAPIERS À LA MODE

Roupa de papel lembra logo o já clássico desfile de Jum Nakao de junho de 2004. Mas se naquele momento o estilista-artista discutia os valores da moda, o trabalho de Isabelle de Borchgrave pensa em outras paragens.

A exposição “Papiers à la Mode”, que entrou em cartaz no Museu de Arte Brasileira da FAAP no dia 12 de outubro, resgata looks históricos feitos inteiramente em papel. O desafio não é somente reproduzir a modelagem original, mas também recuperar a estampa, o caimento e a textura dos tecidos apenas com tinta e colagens.

O resultado é impressionante. Reproduções de vestidos de Maria Antonieta e de Rainha Elizabeth I e os assinados por Lanvin e Poiret da década de 20 são alguns dos destaques.

Veja mais imagens no álbum de fotos.
Serviço Exposição "Papiers à la Mode"
De 12 de outubro a 14 de dezembro de 2008
Horários: de 3ª a 6ª das 10h às 20h.
Sábados, domingos e feriados das 13h às 17h.
Museu de Arte Brasileira da FAAP - Sala MAB
Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo – SP
tel. 0XX11-3662 7198.
www.faap.br

Fonte: .abril